Perguntas Frequentes

Não! O Gerador de cloro é um equipamento que produz in loco, através da eletrolise da salmoura, uma solução oxidante a base de hipclorito de sódio e outros agentes bactericidas como peróxido de hidrogenio e ácido hipoclorroso. A solução gerada tem concentração media de 0,65% .

O Hipoclorito de Sódio é um produto químico comercializado já pronto, que tem concentração média de 10 a 12%.

Além da composição das soluções serem distintas, para aplicação deve ser consideradas ainda a degradação do hipoclorito de sódio com a ação do tempo e calor.

A concentração de cloro na solução de Hipoclorito de sódio produzida fica entre 0,5% e 0,8%, em média 0,65%

Estudos e cases apontam que sim, há  possibilidade de redução de consumo de produtos químicos no processo de tratamento de água de E.T.A.s.

Estudo realizado pela consultoria Di Bernardo aponta que é possível reduzir até 20% na aplicação de cal na correção de pH na pré e pós cloração.

Cases de clientes relatam:

• Redução de até 50% na aplicação de cal na correção de pH;

• Redução de até 40% no teor de cloro ativo aplicado na saída, sem perda de residual na ponta de rede. A redução na aplicação de Hipoclorito na saída representa redução no consumo de sal, energia elétrica e menor sobrecarga do gerador.

• Redução no consumo de ortopolifosfato;

Existindo pré-oxidação com cloro em outra forma, sim, o Gerador pode ser aplicado.
Não existindo pré-oxidação, devem ser realizados testes de demanda e avaliação da possível formação de subprodutos por meio de análises específicas.

Estudos e cases apontam que a eficiência do tratamento com gerador de cloro in loco é superior aos demais métodos de cloração, inclusive ao gás cloro.

O fenômeno é possível porque a solução de Hipoclorito gerada através da eletrólise contém maior poder oxidante. Por ser formada não somente por cloro, mas também por Ácido Hipocloroso e Peróxido de Hidrogênio (que possui alto poder bactericida) podemos afirmar que os resultados obtidos com o uso do nosso Sistema Gerador de Cloro apresentam maior potencial oxidativo, maior estabilidade e, no geral, maior qualidade final.

Sim. Diversos clientes Hidrogeron adotaram o gerador de cloro na desinfecção em ETEs. Os resultados obtidos são superiores aos resultados de tratamentos convencionais.

Não é possível aplicar o gerador de cloro em desinfecção de torres de resfriamento devido ao limite de cloretos e sólidos totais que devem ser mantidos na água da torre de resfriamento. A torre funciona semelhante a uma piscina, o que faz com que se acumule sais de cloreto de sódio na bacia da torre, danificando-a.

Sim, qualquer tipo de cloro gera o THM, mas o teor gerado pelo Gerador de Cloro Hidrogeron é muito menor. Isso porque, juntamente com o cloro, o Gerador também produz o peróxido de hidrogênio, o que faz com que o teor de THM gerado seja consideravelmente menor!

• Cloro Livre;
• Cloro Combinado;
• pH;
• Alcalinidade Total;
• Dureza cálcica;

A determinação da dureza da água caracteriza-se principalmente pela presença de íons de cálcio e de magnésio na água. A faixa ideal é de 100 ppm a 400 ppm. Isso porque, em valores abaixo de 100 ppm, a água torna-se mais corrosiva, o que acelera o processo de desgaste dos rejuntes da piscina. Já acima de 400 ppm, a possibilidade de surgirem incrustações que podem causar entupimento de filtros, tubulações e aquecedores, aumenta muito.

É um número que expressa acidez e basicidade (como alcalinidade) de uma solução aquosa. O pH é representado por uma escala que varia de 0 a 14. Uma água com pH menor que 7 apresenta acidez tanto maior quanto mais se aproximar do zero o pH. Ou seja, quanto menor, maior a acidez. Uma água com pH maior que 7 apresenta basicidade tanto maior quanto mais se aproximar do 14 o pH. Ou seja, quanto maior, mais básica é a água. Quando o pH é igual a 7, a água é dita neutra.

O pH interfere diretamente na qualidade da água! Por isso, o pH das piscinas deve ser mantido entre 7,2 e 7,6, pois esta é a faixa ideal para ação eficaz do cloro, evitando, assim, a corrosão dos equipamentos e garantindo, também, um maior conforto dos usuários.

O cloro é um agente sanitizante que, quando aplicado às piscinas, tem o objetivo de promover a proteção da água contra algas e microrganismos que podem causar doenças e oxidar matéria orgânica. O cloro deve ser aplicado constantemente e na medida certa, assegurando, assim, sua eficiência durante todo o período de utilização da piscina. É importante lembrar que vários fatores influenciam no aumento do consumo de cloro: a incidência solar, o aumento do número de banhistas, e também a temperatura da água.

Abaixo de 80 ppm, torna-se difícil controlar as variações do pH. Acima de 250 ppm, o pH tende a aumentar; com isso, a água pode turvar e a possibilidade de ocorrerem depósitos de carbonato de cálcio na superfície dos acessórios da piscina aumenta!

É a medida da quantidade total de substâncias alcalinas dissolvidas na água. No caso das piscinas, é um indicador da capacidade que a água tem em resistir à grandes variações de pH (efeito tampão). Quanto mais alto, mais difícil para alterar o pH. A faixa ideal é de 80 ppm a 120 ppm.

Quando se realiza a cloração da água, parte do cloro é consumido em reações com substâncias orgânicas e inorgânicas, normalmente presentes na água da piscina.  A outra parte é consumida no processo de destruição de micro-organismos. Ao final desse processo, deve restar um residual de cloro, o cloro residual livre, que protege a piscina contra novas contaminações. O cloro livre às vezes é chamado de cloro disponível. Sua faixa ideal é de 1ppm a 5 ppm.

É o cloro que se combina com amônia ou outros compostos nitrogenados, produzindo as cloraminas. As cloraminas, apesar de terem propriedades desinfetantes, são bem menos ativas que o cloro residual livre (ver). Nas piscinas, o cloro residual combinado é indesejável por que dá, à água, um odor desagradável (o conhecido “cheiro de cloro”), além de irritar a pele e os olhos. As pessoas suscetíveis podem ficar com as vias respiratórias irritadas. Valor ideal < 0,4 ppm.

As cloraminas são subprodutos resultantes da reação incompleta entre cloro e compostos de amônia. São três: mono-, di- e tricloramina.
Elas são as responsáveis pelo conhecido “cheiro de piscina”, e também por causar irritações nas vias respiratórias de pessoas suscetíveis — principalmente a tricloramina. Piscinas tratadas corretamente não têm odor!
O método mais eficiente para prevenir a formação de cloraminas é a aplicação de ozônio na água. Quem não possui o gerador pode utilizar oxidantes para dar choque na base de monopersulfato de potássio.

A irritação na pele e olhos pode ser decorrente da presença de cloraminas na água, excesso de cloro ou pH desajustado (muito alto ou muito baixo). O pH deve estar no intervalo de 7,4 a 7,6.

Em piscinas de uso comercial, NÃO!

Mesmo com a utilização de ozônio ou UV é necessário fazer a correta e constante cloração. Ambas tecnologias (Ozônio e UV) tem alto poder oxidante, que introduzidos na piscina através da tubulação de retorno, reagindo com a matéria orgânica e com os nitrogenados presentes na água. No entanto, o ozônio fica pouquíssimo tempo retido na água e o UV sequer tem esta capacidade.  Isto implica que, em caso de aumento de matéria orgânica na água ou aumento do fluxo de pessoas, a água ficará imediatamente desprotegida.

Por estas razoes conclui-se que, em piscinas de uso comercial, deve sempre haver mais cuidado com a qualidade da água e controle sanitário, portanto, dosando cloro de forma contínua e precisa.

A filtração consiste na remoção de partículas insolúveis que, por qualquer razão, chegam à piscina. A qualidade da filtração está relacionada com o menor tamanho de partículas que o elemento filtrante consegue reter — quanto menores as partículas retidas, maior a qualidade da filtração e, consequentemente, da água da piscina. Para assegurar a qualidade da água é muito importante que os filtros e as bombas estejam corretamente dimensionados. A Hidrogeron recomenda elementos filtrantes ECO FILTER, porque estes retém partículas até 5 vezes menores que os elementos filtrantes comuns, aumentando o potencial de filtração em até 60% e, ao mesmo tempo, eliminando a necessidade de uso de algicidas na piscina.A filtração consiste na remoção de partículas insolúveis que, por qualquer razão, chegam à piscina. A qualidade da filtração está relacionada com o menor tamanho de partículas que o elemento filtrante consegue reter — quanto menores as partículas retidas, maior a qualidade da filtração e, consequentemente, da água da piscina. Para assegurar a qualidade da água é muito importante que os filtros e as bombas estejam corretamente dimensionados. A Hidrogeron recomenda elementos filtrantes ECO FILTER, porque estes retém partículas até 5 vezes menores que os elementos filtrantes comuns, aumentando o potencial de filtração em até 60% e, ao mesmo tempo, eliminando a necessidade de uso de algicidas na piscina.

Abrandadores são equipamentos utilizados para a remoção dos sais de Cálcio e Magnésio. A finalidade principal do abrandamento é prevenir a formação de incrustações em tubulações e eletrodos provocadas pela grande concentração de dureza na água. Os Abrandadores são dotados de resina de troca iônica (catiônica), que promovem a substituição do Cálcio e Magnésio presentes na água por Sódio. No sistema gerador de cloro Hidrogeron recomendamos a adoção de abrandador quando a água de alimentação tiver teor acima de 40ppm, assegurando assim maior vida útil dos eletrodos e menor demanda de limpeza dos mesmos.