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Ariquemes: gestão de excelência em saneamento

Ariquemes, uma das maiores cidades de Rondônia, está se tornando um grande exemplo de esforços pela universalização do saneamento básico. Desde que a concessionária Águas de Ariquemes, que faz parte do grupo AEGEA , assumiu os serviços de tratamento e distribuição de água, há cinco anos, o município iniciou uma revolução para combater problemas históricos de abastecimento. 

Os investimentos realizados já superam R$ 40 milhões e os resultados impressionam: Ariquemes caminha a passos largos para universalizar a distribuição de água tratada. Na área urbana, a cobertura passou de 80% para 97%. Com a implantação prevista de mais 10 km de rede de distribuição, vai atingir a marca de 99% da população da cidade atendida ainda este ano.

 
Ariquemes tem investido em novas tecnologias e utiliza a tecnologia de geração de cloro in loco Hidrogeron para clorar a água de abastecimento público.

Diante do novo Marco Legal do Saneamento, Rondônia precisará de investimentos robustos e gestão para cumprir os objetivos estabelecidos para a universalização do saneamento. Em 2019, apenas 46% da população do estado tinha acesso a água tratada, e boa parte deste percentual está localizado em áreas rurais, o calcanhar de Aquiles do saneamento nacional.

Em Ariquemes, a rede de abastecimento também está se estendendo às regiões rurais. O distrito de Bom Futuro, que fica a 90 quilômetros da cidade-sede, é um exemplo. Assim como muitas comunidades rurais, ali se utilizam poços rasos para extrair a água de consumo, estes quase sempre contaminados e secos no período de estiagem amazônica.  A Águas de Ariquemes antecipou as metas contratuais e iniciou as obras de expansão da rede e instalação do sistema de cloração e fluoretação do distrito, para atender com água tratada, pela primeira vez, mais de 4 mil pessoas.

Na primeira quinzena de março, foi inaugurado o maior reservatório de água do estado, com capacidade para 2 milhões de litros de água e que vai ampliar em 85% da capacidade de reserva para Ariquemes (clique aqui para assistir ao vídeo). A empresa pretende antecipar a meta de universalização prevista para 2025. A previsão é que somente em 2022 sejam investidos mais de R$ 30 milhões nos serviços de água e esgotamento sanitário.

 

Impacto no IDH

Rondônia é a 4º maior taxa de internações por doenças associadas à falta de saneamento, segundo o Instituto Trata Brasil, tendo gasto cerca de R$ 15 milhões com os custos médico-hospitalares em 2019. Neste mesmo ano, Ariquemes realizou uma pesquisa técnica na qual captou águas de 15 poços residenciais, em regiões diversas da cidade, utilizados pelas pessoas para o abastecimento diário. Resultado: 96% dos poços analisados estavam contaminados por coliformes totais, e 67% pela bactéria Escherichia Coli (e-coli) que podem provocar doenças como febre tifóide, cólera, diarreias, esquistossomose e até hepatite. E, segundo a AEGEA, este é o principal motivo para a antecipação dos marcos contratuais pela empresa: preservar vidas.

A Águas de Ariquemes já reformou e ampliou uma estação de tratamento e adquiriu outra, implantando imediatamente o controle de qualidade AEGEA na gestão destas unidades. Implantou novas redes de distribuição, novos registros, ventosas, pontos de descargas, data loggers, booster e o Centro de Controle Operacional que envia em tempo real os níveis dos reservatórios, índices das pressões e indicadores que informam a potabilidade da água.

Neste contexto de cloração de alta performance, a Águas de Ariquemes adotou a tecnologia de geração de cloro in loco Hidrogeron, que faz a dosagem e o monitoramento automático dos níveis de cloro livre na água.

Ariquemes realiza um a rigoroso controle de qualidade da água, como o de residual de .cloro livre

Por que a Águas de Ariquemes escolheu a Hidrogeron como parceira?

Por estar distante dos grandes centros industriais produtores de cloro, Ariquemes ganhou muito mais autonomia gerando sua própria solução oxidante para a desinfecção da água de consumo humano a partir do processo de eletrólise da salmoura, que usa apenas três insumos cloreto de sódio (sal de cozinha), água e eletricidade. Com isso não é necessário armazenar nem manusear produtos altamente tóxicos (como cloro gás ou pastilhas de hipoclorito), e também não é necessário depender de produtos cujo preço é cotado em dólar. 

Outro motivo principal é o residual de cloro livre que se mantém estável até a ponta da rede de abastecimento. Diversos estudos acadêmicos e pesquisas científicas já publicadas apontam a superioridade da solução oxidante produzida pela tecnologia Hidrogeron sobre todos os outros tipos de cloro disponíveis no mercado, tanto na eficiência de desinfecção, quanto na estabilidade residual. E eficiência, sempre, também gera redução de custos.

 

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