Estudo de Caso JBS

Case de Sucesso: Visão e Controle em Indústrias Alimentícias (JBS/PR)

Como a tecnologia em automação e controle da Hidrogeron ajudou a JBS a melhorar a segurança, a qualidade e a economizar!

Como investir em uma solução completa permitiu que a JBS de Jaguapitã/PR aumentasse a segurança de suas operações, o controle da qualidade da água, e proporcionou à empresa importante redução de custos.

É de comum conhecimento que o segmento de frigoríficos e abatedouros deve cumprir os requisitos de controle de qualidade do SIF. No entanto, o fator cloração tem se mostrado um problema com o qual os gestores do setor se deparam com frequência e que, consequentemente, devem buscar soluções e melhorias. Atualmente, existem vários métodos de cloração disponíveis no marcado, mas nem todos eles possuem viabilidade técnica e econômica!

No saneamento industrial, existem três objetivos principais para qualquer gestor: aumentar a segurança, a qualidade da água e a economia. Neste artigo, abordaremos os motivos que os fazem ser, muitas vezes, um problema para gestores de operação, e como a indústria alimentícia JBS, de Jaguapitã/PR, conseguiu atingir estes objetivos.

A tríade do Saneamento Industrial: Segurança Operacional, Controle de Qualidade da Água e Redução de Custos.

Quando se fala em grandes grupos industriais, garantir segurança operacional deve ser prioridade absoluta. Isso que significa que tal requisito, naturalmente, já se mostra ser considerado obrigatório e imediato. Por isso, vemos que a eliminação do uso de produtos químicos perigosos, tais como o Cloro Gás, é prioridade — já que é uma substância altamente tóxica e que representa perigo iminente.

Uma unidade de abate pode reunir milhares de trabalhadores em um único turno. Utilizar cloro gás representa um grande risco a todos!

Para as grandes indústrias, outra importante preocupação é com a qualidade da água, de forma que, para garanti-la, realizar o monitoramento do residual de cloro na água é essencial.
Desta forma, apostar em tecnologias que proporcionem controle automático desse residual de cloro — tecnologias, essas, que estão cada vez mais avançadas, permitindo, por exemplo, o uso de alarmes visuais e sonoros que facilitam muito no processo de verificação dos técnicos responsáveis — é o melhor caminho para se garantir a qualidade da água, mantendo altos padrões em controle para Inspeções Federais.

Por fim, o terceiro fator de alta importância para grandes indústrias é, naturalmente, a economia. Sempre um objetivo de qualquer gestor corporativo, a redução de custos é essencial para garantir que as operações se mantenham sempre viáveis do ponto de vista econômico — e o ideal é sempre que essa redução seja atingida sem que os outros dois fatores citados anteriormente, a segurança das operações e a qualidade da água, sejam sacrificados.

Pode parecer utópico para aqueles que não possuem conhecimento aprofundado sobre soluções mais modernas, mas a verdade é que esse é um objetivo perfeitamente possível de ser atingido, desde que sejam utilizadas tecnologias sustentáveis, e de alta performance. Confira:

O CASO DA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA JBS, DE JAGUAPITÃ, NO PARANÁ.

Diversos abatedouros e indústrias alimentícias em todo o Brasil já venceram essa difícil etapa relacionada à cloração da água de processo, E.T.A., chiller e sanitização. A JBS, que analisaremos hoje, foi um desses casos. Confira como:

A TECNOLOGIA:

No ano de 2009, o abatedouro adotou o uso de tecnologia Hidrogeron para cloração. Com a tecnologia adotada, o processo de produção do Hipoclorito dosado passou a ser in-loco, com dosagens e analisadores de processos automáticos para o cloro na água! A automação incluiu, também, dispositivos de alarmes sonoros e visuais voltados para a comunicação operacional.

Estudo de Caso JBS

EM TERMOS PRÁTICOS:

  • O cloro passou a ser produzido na própria unidade de abate. Isso mesmo, o cloro é fabricado dentro da própria unidade industrial;
  • A unidade passou a ter autonomia em relação ao suprimento do produto químico;
  • A unidade passou, também, a ter total controle e monitoramento da dosagem e do cloro residual. Muito mais controle nas mãos do cliente;
  • O SIF passou a ter acesso às informações de residual de cloro em tempo real;
  • O sistema é completamente automático, fazendo o auto ajuste conforme a demanda de cloro e vazão da água;
  • Os operadores não precisam mais ter nenhum contato direto com o produto químico cloro, que é nocivo e perigoso;
  • O ponto de risco na fábrica foi eliminado;

DADOS:

O equipamento gerador de cloro Hidrogeron foi implantado na JBS há oito anos, e tem capacidade para produção de até 12kg de cloro ativo/dia. O sistema de aplicação deste cloro utiliza uma bomba dosadora microprocessada que recebe diretamente o sinal do analisador de cloro online, o que proporciona a toda a operação muito mais controle da dosagem, impactando diretamente na qualidade da água do abatedouro.
Hoje, em 2017, a tecnologia ainda atende às necessidades da unidade plenamente!Estudo de Caso JBS

DEPOIMENTO:

 “Já trabalhamos com vazão de 130 m3/h, e em 2016 chegamos a abater 130 mil aves/dia com o sistema de tratamento operando a 20% de sua capacidade. Usamos um sensor de análise na saída da caixa com uma bomba dosadora microprocessada; se houver necessidade de aumento na dosagem de cloro, a mesma a fará de maneira automática através de uma célula de análise. Para verificar a eficiência, acompanhamos o tratamento através de um medidor de cloro portátil a cada 01 hora, e análise mensal que é enviada a laboratório. O uso é somente para tratamento na E.T.A.”

Hédipo R.S. Batista – Supervisor E.T.A. – JBS Jaguapitã

Leia também: